A gravidez deveria ser um momento de pura alegria e expectativa. Mas, para milhares de mulheres brasileiras que vivem em situação de vulnerabilidade, a notícia da chegada de um filho vem acompanhada de um sentimento paralisante: o medo.
O medo de não ter uma fralda para colocar no recém-nascido. O medo de não ter uma roupinha quente para a saída da maternidade. O medo de olhar para o canto do quarto e não ver um berço.
Essa “angústia do enxoval vazio” afeta a pressão arterial da gestante, aumenta o risco de parto prematuro e rouba a magia dos nove meses. Nenhuma mãe deveria ter que chorar de preocupação enquanto sente seu bebê chutar.
No Clique Solidário, sabemos que ajudar uma mãe é ajudar o futuro da humanidade. Nossas campanhas de Auxílio Financeiro e Kits de Utilidades muitas vezes se transformam no primeiro “chá de bebê” dessas famílias.
Neste artigo, vamos contar a história de Juliana, que descobriu que seu bebê não chegaria ao mundo desamparado.
O Peso do Silêncio no Quarto Vazio
Juliana (nome fictício, baseado em relatos reais) estava no sétimo mês de gestação do seu primeiro filho. O pai da criança havia perdido o emprego logo no início da gravidez, e a renda da casa mal dava para a alimentação.
Enquanto via outras mães postando fotos de quartos decorados e pilhas de fraldas nas redes sociais, Juliana sentia um aperto no peito. Ela tinha apenas três macacões usados que ganhou de uma prima. Nada mais. Nem banheira, nem toalha, nem o pacote de fraldas para levar para o hospital.
Ela passava as noites em claro, pedindo a Deus uma solução. A vergonha de pedir esmola a impedia de buscar ajuda na rua, mas o desespero crescia conforme a barriga aumentava. Ela sentia que estava falhando antes mesmo de seu filho nascer.
A Notificação que Trouxe Paz
Foi navegando na internet em busca de “como ganhar amostras grátis de fraldas” que Juliana encontrou o Clique Solidário. Ela viu que o site era gratuito e sorteava auxílios em dinheiro e prêmios.
Com a fé de uma mãe que faz tudo pelo filho, ela se cadastrou. Passaram-se duas semanas. Numa tarde de terça-feira, o celular vibrou. Juliana havia sido contemplada com um Auxílio Financeiro.
O valor não era uma fortuna, mas para aquela mãe, naquele momento, era tudo. Juliana não comprou nada para si. Ela foi direto para uma loja popular de artigos infantis.
O “Kit Dignidade” do Pequeno Miguel
Com o dinheiro da doação, Juliana montou o que ela chamou de “kit dignidade” para a chegada do Miguel:
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Comprou os pacotes de fraldas para os primeiros meses.
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Comprou roupinhas limpas e quentinhas.
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Comprou a banheira e os itens de higiene (shampoo, sabonete, pomada).
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E sobrou um pouquinho para comprar uma manta macia.
Quando ela chegou em casa e arrumou as coisinhas na gaveta, a sensação física mudou. O peso saiu dos ombros. A pressão arterial normalizou. Pela primeira vez em meses, Juliana acariciou a barriga e sorriu, dizendo: “Pode vir, filho. A mamãe já tem as suas coisinhas.”
Receber Bem é um Ato de Amor
Quando o Miguel nasceu, ele não vestiu um pano velho. Ele vestiu a roupa que a mãe escolheu com carinho. Ele foi limpo, aquecido e cuidado.
A doação do Clique Solidário garantiu que aquela criança fosse recebida no mundo com a mensagem de que ela é bem-vinda e amada. Isso é fundamental para a construção do vínculo entre mãe e bebê. Uma mãe tranquila consegue amamentar melhor, consegue ninar melhor e consegue criar um ambiente mais seguro emocionalmente.
Um Convite a Todas as Mães
Se você está grávida, passando por dificuldades e sentindo esse mesmo medo que a Juliana sentiu, saiba que existe uma rede de apoio invisível, mas real.
O Clique Solidário quer fazer parte da história do seu bebê. Não deixe o desespero tomar conta.
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Faça seu cadastro gratuitamente.
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Participe das campanhas ativas.
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Mantenha a esperança viva.
E se você conhece uma gestante que precisa de ajuda, envie o link do nosso site para ela. Às vezes, o “chá de bebê” que ela tanto precisa virá através da sorte e da solidariedade de nossa comunidade.
Toda criança merece um começo digno. E toda mãe merece um final de gravidez tranquilo.
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